Simples como mandar um zap.
O ZapCidade reúne todos os serviços da sua prefeitura num único aplicativo — e a cidade fala direto com quem mora nela, com protocolo oficial em cada pedido.
Grátis para o cidadão. Sem anúncios. Seus dados não são vendidos.
A sua cidade já fala com o cidadão. O problema é o canal.
Comunicação
Antes, avisar mil pessoas era mil mensagens pagas. Agora é um aviso só: para a cidade inteira, para um bairro, ou para uma pessoa.
E tem o feed: a obra que começou, a festa na praça, a peça no teatro, o resultado do concurso. A cidade mostra o que faz.
O cidadão curte, comenta, manda para o vizinho. É um canal próprio, no lugar de uma página que ninguém abre.
Praça do Coreto reformada — nova área de convivência já aberta à população.
Serviços
Antes, o cidadão tinha que adivinhar a secretaria. Agora ele escreve o que precisa — consulta, IPTU, creche — e cai direto no serviço certo.
Da saúde à cultura: marcar consulta, emitir boleto, pedir poda, matricular a filha, se inscrever num curso.
Cada secretaria tem os seus serviços — e cada serviço, a sua conversa. Nada se mistura: o pedido nasce com protocolo, na fila de quem cuida daquilo.
Saúde
Marcar a consulta, ver o preparo do exame ou fazer o retorno por vídeo.
Educação
Matrícula e vaga na creche, direto pela conversa da secretaria.
Assistência Social
CRAS, benefícios e cadastro único, com protocolo e acompanhamento.
Obras e Zeladoria
Uma foto e o ponto no mapa bastam: poste apagado, buraco, poda.
Finanças
IPTU com o boleto junto — um toque paga. Dívida grande, uma pessoa negocia.
Desenvolvimento
Vaga, curso, feira de emprego — encaminhado para quem precisa.
Interatividade
Antes era balcão, senha e espera. O brasileiro já trocou uma fila dessas pelo celular — e nunca mais voltou. Agora é a vez da cidade.
O que é simples, o atendimento automático resolve em segundos. O que precisa de gente, uma pessoa da secretaria assume — na mesma conversa, sem recomeçar do zero.
O folheto que a cidade já distribui vira porta. O cidadão aponta o celular e cai direto no atendimento — para marcar a consulta, ou para responder à pesquisa de satisfação.
Toque nas abas acima para ver os três passos: 1. o cidadão escreve o que precisa e cai direto no serviço certo; 2. conversa com a secretaria, do jeito que já conhece; 3. recebe um protocolo oficial e acompanha o andamento.
Notificação
Antes, cada aviso era uma mensagem paga — e o número podia cair a qualquer hora. Agora não: sem pagar por mensagem, sem pedir licença, sem risco de bloqueio.
A secretaria respondeu? O cidadão sabe na hora. O exame vem com o preparo. O remédio chegou na farmácia. Abriu vaga de emprego.
E a notícia que interessa a ele chega junto — porque ele mora ali.
Dados
Antes, o histórico era um monte de conversa solta. Agora toda etapa fica registrada, e o cidadão acompanha sem ligar e sem ir ao balcão.
O cadastro se mantém em dia sozinho. Mudou de endereço, atualiza. Mudou de cidade, aciona a nova — e continua atendido.
E esse registro é da cidade. Troca o secretário, entra servidor novo — e nada recomeça do zero. Fica o histórico de tudo o que a sua gestão entregou.
Gestão
Antes, o gestor não enxergava nada. Agora ele vê a cidade inteira: o que mais se pede, em que bairro, em que secretaria, e o tamanho de cada fila.
É daí que sai a próxima decisão — com dado, não com palpite.
E quem prefere o WhatsApp continua sendo atendido. Mesma fila, mesmo protocolo, mesmo atendente. Ninguém é obrigado a baixar nada.
Ilustração da tela onde o servidor público atende — fila por secretaria, transferência e protocolo. Não é uma captura de tela real, e nenhum dado de cliente aparece aqui.
Cada conversa vira dado: o que a cidade mais pede, por secretaria — e a fila de cada uma. (Números fictícios, ilustrativos.)
Seus dados, e os da sua cidade
O ZapCidade segue a LGPD e é claro sobre quem cuida do quê.
Ajuda rápida
O ZapCidade funciona na minha cidade?
Depende de cada prefeitura ter contratado o serviço. Ao abrir o app, digite o nome da sua cidade — se ela ainda não estiver na lista, você pode sugerir que a prefeitura adote o ZapCidade.
É pago para o cidadão?
Não. O uso é sempre gratuito para quem mora na cidade. Quem contrata o serviço é a prefeitura.
Preciso de CPF para usar?
Sim, para que a prefeitura identifique corretamente quem está pedindo o atendimento — como acontece hoje num guichê presencial.
Funciona com pouca internet?
Sim. O app foi feito para ser leve e rápido — pensado para quem tem um celular simples e uma conexão instável.
E quem não quiser baixar o app?
Continua sendo atendido normalmente pela prefeitura, na mesma fila, com o mesmo protocolo e o mesmo atendente — ninguém fica de fora.
Meus dados ficam seguros?
Sim — veja os detalhes na Política de Privacidade. Não vendemos dados nem usamos anúncios.
Baixe o ZapCidade
Simples como mandar um zap.
O canal é do município — e tudo o que passa por ele também. É assim que a cidade conversa com quem mora nela.
E na sua cidade? — meuzapcidade.com.br